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Análise Samsung Galaxy S8

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A analítica e a automatização transformam as Operações de TI

Os dados estão a transformar a forma como as organizações operam as suas Tecnologias de Informação (TI). Desta forma, destaca-se no estudo IT Operations Readiness Index da Cisco, que inquiriu mais de 1500 gestores de TI do mundo (que pertencem a empresas de 500 a 50.000 colaboradores) para conhecer a sua situação na evolução das Operações de TI.

 

Como refere Joseph Bradley, Vice-Presidente Mundial de IoT, Blockchain, IA e Incubação da Cisco, “terminaram os dias em que os gestores de TI se apoiavam nos relatórios mensais desatualizados e em horas extra de tarefas manuais operacionais para oferecer resultados face à crescente complexidade da infraestrutura. Em vez, alimentadas por dados e potenciadas pela automatização, as TI podem funcionar em tempo real, serem preditivas e confiarem na informação detalhada para poderem oferecer um valor estratégico verdadeiro à sua empresa e aos seus clientes”.

 

Priorizar a transformação

Atualmente, os departamentos de TI dedicam cerca de 78% dos seus orçamentos a “manter o funcionamento do negócio”, restando pouco espaço para a inovação. Contudo, é possível reatribuir orçamentos para priorizar as atividades de transformação. Algumas organizações já estão a progredir no modelo de maturidade das Operações de TI.

 

Este modelo de quatro etapas para o amadurecimento das Operações de TI – Reativo, Proactivo, Preditivo e Preventivo, Ver Figura 1 – centra-se na forma como as organizações gerem os eventos. É importante que os departamentos de TI compreendam onde se encontra este modelo de maturidade de quatro etapas, e onde gostavam de estar colocados em dois anos.

 

As organizações com níveis mais altos de maturidade reúnem dados de mais áreas da sua infraestrutura, realizam mais análises e apoiam-se na automatização em grande medida. Para obter capacidades “preventivas” (o nível máximo de maturidade), as organizações devem estar mais orientadas para os dados através da utilização de indicadores de dados, de forma a prever ocorrências (como interrupções) e na automatização para realizar alterações contínuas e manter um estado ideal dos seus processos.

 

“À medida que as organizações avançam ao longo do modelo, utilizam os dados para olhar mais para o futuro”, acrescenta Bradley. “Através da analítica e da automatização, os CIOs podem evoluir desde uma reação “às cegas” antes dos acontecimentos - por exemplo, interrupções – até uma supervisão e otimização contínua das suas infraestruturas com base em previsões de futuras necessidades. Consequentemente, podem oferecer resultados estratégicos para o negócio, e a mudança em vez de ser surpreendente e desafiante a tornar-se em algo possível de controlar”.

 

Principais conclusões do Relatório:

 

As Operações tornaram-se no foco estratégico para o sucesso empresarial

 

•             28% dos orçamentos de TI dos entrevistados são gastos em otimizar e corrigir as Operações de TI. 68% dos inquiridos esperam aumentar este orçamento nos próximos 12 meses.

 

•             40% dos entrevistados admitem que já dependem “em grande parte” dos dados operativos de TI para a tomada de decisões empresariais.

 

Investir em Operações impulsiona os benefícios e o valor do cliente para o negócio

 

•             88% dos gestores de TI afirmam que o seu investimento em operações de TI nos últimos 12 meses melhorou a satisfação dos clientes externos, enquanto 89% salienta progressos na inovação (Ver Figura 2).

 

A evolução para um modelo preventivo é apenas o início

 

•             Apenas 14% alcançaram o nível mais alto de capacidades de operações de TI, que chamamos de “preventivo”. 26% ainda se encontram num nível mais baixo, onde os acontecimentos de TI reagem à medida que ocorrem (operações “reativas”). No entanto, 33% esperam alcançar as operações “preventivas” dentro de dois anos (Ver Figura 3).

 

•             Os mais avançados, aqueles com capacidades operativas “preventivas”, têm o dobro de probabilidades de realizar operações de automatização contínua do que as organizações menos avançadas, e mais de 50% têm mais probabilidade de implementar uma recolha automática de dados ao longo de toda a organização.

 

•             Apenas 26% reúnem os dados de forma contínua; 17% utilizam análises automatizadas em tempo real. A maioria das atividades ainda são periódicas.

 

IA + Talento = Sucesso

 

•             42% admitem que a Inteligência Artificial (IA) é a tecnologia emergente que terá maior impacto na sua capacidade de automatização. 51% afirmam que já utilizam a IA de forma a melhorarem a sua capacidade de automatização (Ver Figura 4).

•             70% das organizações têm atualmente um Diretor de Dados (CDO, Chief Data Officer), um papel fundamental para organizar a utilização da informação de forma a melhorar tanto as operações de negócio como as de TI. As empresas utilizam em média mais de 40 dados científicos.

 

Os fornecedores externos são fontes de dados essenciais

 

•             84% consideram necessário ter acesso a dados externos. As organizações mais avançadas já se apoiam em fornecedores externos para atividades mais operacionais (como por exemplo, agregação de dados).

 

A segurança é a infraestrutura com mais base nos dados (data-driven)

 

•             82% dos inquiridos já recolhem dados operacionais e de rendimento sobre a sua infraestrutura de segurança, mais do que qualquer outra área de TI. A segurança é o caso de utilização mais clara para obter informação e controlo em tempo real, e o impulsionador para investir em operações com base nos dados.

 

Internet of Things (IoT) demonstra o valor das TI para o negócio

 

•             74% das organizações “preventivas” já recolhem dados de IoT, ao contrário de 59% das empresas “reativas”. Estes dados entendem-se como elementos chave para oferecer valor ao negócio. 77% de todas as organizações concordam que a IoT é fundamental para gerir a sua infraestrutura de TI de forma mais eficaz.

 

Quando as Operações de TI têm os dados certos, os conhecimentos corretos extraídos desses dados, e a capacidade de automatizar as tarefas operacionais através de toda a infraestrutura, podem otimizar-se. É o momento ideal para que os CIOs se centrem no lado da inovação nas Operações de TI.

 

Segundo refere Zeus Kerravala, de ZK Research, “no futuro, as empresas com mais sucesso serão as que têm a melhor qualidade de dados, os algoritmos da Inteligência Artificial para os interpretar, e um Chief Data Officer para garantir a qualidade e a consistência”.

 

Ferramenta de autoavaliação

 

Para saber em que lugar se encontram algumas organizações nas quatro etapas de maturidade das operações de TI, e para perceber onde se encontra a sua própria organização e posicionar-se no seu setor ou à frente da concorrência, os gestores de TI podem utilizar esta ferramenta de autoavaliação online.

Os dados estão a transformar a forma como as organizações operam as suas Tecnologias de Informação (TI). Desta forma, destaca-se no estudo IT Operations Readiness Index da Cisco, que inquiriu mais de 1500 gestores de TI do mundo (que pertencem a empresas de 500 a 50.000 colaboradores) para conhecer a sua situação na evolução das Operações de TI.

 

Como refere Joseph Bradley, Vice-Presidente Mundial de IoT, Blockchain, IA e Incubação da Cisco, “terminaram os dias em que os gestores de TI se apoiavam nos relatórios mensais desatualizados e em horas extra de tarefas manuais operacionais para oferecer resultados face à crescente complexidade da infraestrutura. Em vez, alimentadas por dados e potenciadas pela automatização, as TI podem funcionar em tempo real, serem preditivas e confiarem na informação detalhada para poderem oferecer um valor estratégico verdadeiro à sua empresa e aos seus clientes”.

 

Priorizar a transformação

Atualmente, os departamentos de TI dedicam cerca de 78% dos seus orçamentos a “manter o funcionamento do negócio”, restando pouco espaço para a inovação. Contudo, é possível reatribuir orçamentos para priorizar as atividades de transformação. Algumas organizações já estão a progredir no modelo de maturidade das Operações de TI.

 

Este modelo de quatro etapas para o amadurecimento das Operações de TI – Reativo, Proactivo, Preditivo e Preventivo, Ver Figura 1 – centra-se na forma como as organizações gerem os eventos. É importante que os departamentos de TI compreendam onde se encontra este modelo de maturidade de quatro etapas, e onde gostavam de estar colocados em dois anos.

 

As organizações com níveis mais altos de maturidade reúnem dados de mais áreas da sua infraestrutura, realizam mais análises e apoiam-se na automatização em grande medida. Para obter capacidades “preventivas” (o nível máximo de maturidade), as organizações devem estar mais orientadas para os dados através da utilização de indicadores de dados, de forma a prever ocorrências (como interrupções) e na automatização para realizar alterações contínuas e manter um estado ideal dos seus processos.
 

“À medida que as organizações avançam ao longo do modelo, utilizam os dados para olhar mais para o futuro”, acrescenta Bradley. “Através da analítica e da automatização, os CIOs podem evoluir desde uma reação “às cegas” antes dos acontecimentos - por exemplo, interrupções – até uma supervisão e otimização contínua das suas infraestruturas com base em previsões de futuras necessidades. Consequentemente, podem oferecer resultados estratégicos para o negócio, e a mudança em vez de ser surpreendente e desafiante a tornar-se em algo possível de controlar”.

 

Principais conclusões do Relatório:

 

As Operações tornaram-se no foco estratégico para o sucesso empresarial

 

·         28% dos orçamentos de TI dos entrevistados são gastos em otimizar e corrigir as Operações de TI. 68% dos inquiridos esperam aumentar este orçamento nos próximos 12 meses.

 

·         40% dos entrevistados admitem que já dependem “em grande parte” dos dados operativos de TI para a tomada de decisões empresariais.

 

Investir em Operações impulsiona os benefícios e o valor do cliente para o negócio

 

·         88% dos gestores de TI afirmam que o seu investimento em operações de TI nos últimos 12 meses melhorou a satisfação dos clientes externos, enquanto 89% salienta progressos na inovação (Ver Figura 2).

 

A evolução para um modelo preventivo é apenas o início

 

·         Apenas 14% alcançaram o nível mais alto de capacidades de operações de TI, que chamamos de “preventivo”. 26% ainda se encontram num nível mais baixo, onde os acontecimentos de TI reagem à medida que ocorrem (operações “reativas”). No entanto, 33% esperam alcançar as operações “preventivas” dentro de dois anos (Ver Figura 3).

 

·         Os mais avançados, aqueles com capacidades operativas “preventivas”, têm o dobro de probabilidades de realizar operações de automatização contínua do que as organizações menos avançadas, e mais de 50% têm mais probabilidade de implementar uma recolha automática de dados ao longo de toda a organização.

 

·         Apenas 26% reúnem os dados de forma contínua; 17% utilizam análises automatizadas em tempo real. A maioria das atividades ainda são periódicas.

 

IA + Talento = Sucesso

 

·         42% admitem que a Inteligência Artificial (IA) é a tecnologia emergente que terá maior impacto na sua capacidade de automatização. 51% afirmam que já utilizam a IA de forma a melhorarem a sua capacidade de automatização (Ver Figura 4).

·         70% das organizações têm atualmente um Diretor de Dados (CDO, Chief Data Officer), um papel fundamental para organizar a utilização da informação de forma a melhorar tanto as operações de negócio como as de TI. As empresas utilizam em média mais de 40 dados científicos.

 

Os fornecedores externos são fontes de dados essenciais

 

·         84% consideram necessário ter acesso a dados externos. As organizações mais avançadas já se apoiam em fornecedores externos para atividades mais operacionais (como por exemplo, agregação de dados).

 

A segurança é a infraestrutura com mais base nos dados (data-driven)

 

·         82% dos inquiridos já recolhem dados operacionais e de rendimento sobre a sua infraestrutura de segurança, mais do que qualquer outra área de TI. A segurança é o caso de utilização mais clara para obter informação e controlo em tempo real, e o impulsionador para investir em operações com base nos dados.

 

Internet of Things (IoT) demonstra o valor das TI para o negócio

 

·         74% das organizações “preventivas” já recolhem dados de IoT, ao contrário de 59% das empresas “reativas”. Estes dados entendem-se como elementos chave para oferecer valor ao negócio. 77% de todas as organizações concordam que a IoT é fundamental para gerir a sua infraestrutura de TI de forma mais eficaz.

 

Quando as Operações de TI têm os dados certos, os conhecimentos corretos extraídos desses dados, e a capacidade de automatizar as tarefas operacionais através de toda a infraestrutura, podem otimizar-se. É o momento ideal para que os CIOs se centrem no lado da inovação nas Operações de TI.

 

Segundo refere Zeus Kerravala, de ZK Research, “no futuro, as empresas com mais sucesso serão as que têm a melhor qualidade de dados, os algoritmos da Inteligência Artificial para os interpretar, e um Chief Data Officer para garantir a qualidade e a consistência”.

 

Ferramenta de autoavaliação

Para saber em que lugar se encontram algumas organizações nas quatro etapas de maturidade das operações de TI, e para perceber onde se encontra a sua própria organização e posicionar-se no seu setor ou à frente da concorrência, os gestores de TI podem utilizar esta ferramenta de autoavaliação online.

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