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SocialPubli lança primeiro Estudo Global de Microinfluenciadores

Principais conclusões:

  • 60,8% dos inquiridos indica que a sua rede social favorita é o Instagram;
  • 51,6% pretende ser influenciador a tempo inteiro;
  • 44,3% aponta a recompensa financeira como a sua preferida pelos trabalhos desenvolvidos;
  • Ciência e o meio-ambiente são identificados como setores pouco explorados pelo marketing de influência;
  • Em sentido contrário, moda, viagens e beleza são os mais populares;
  • 99,2% acredita nos produtos e serviços que promove;
  • 32% dos inquiridos aponta a genuinidade e a coerência dos conteúdos como os principais fatores para assegurar uma elevada taxa de interacção.

A SocialPubli - marketplace de influenciadores que contabiliza mais de 2000 campanhas realizadas – acaba de divulgar o primeiro Estudo Global de Microinfluenciadores, revelando dados objetivos sobre métodos de trabalho, hábitos e preferências/opiniões deste subtipo de criadores de conteúdo digital que, de acordo com os últimos indicadores, assumem cada vez mais protagonismo na área do marketing de influência e, consequentemente, nas tendências de consumo dos mais diversos mercados.

“Porquê sobre microinfluenciadores? Os estudos desenvolvidos ao longo de 2018 através da nossa plataforma, tendo por base apenas o Instagram e que incluem também o mercado português, demonstram que as taxas de interação entre micro (<10.000 seguidores) e macro (<100.000) influenciadores são mais elevadas que as de mega (<1.000.000) e top (>1.000.000). Para ser mais específico, as taxas de engagement para ações com micro situa-se na ordem dos 23,4%, nos 5,79% com macro, nos 4,06% com mega e nos 3,19% com top. Para além disto, as ações desenvolvidos com micro e macro são mais credíveis, autênticas e económicas”, justifica Bruno Salomão, Country Manager da SocialPubli em Portugal.

Com base numa amostra de 1000 inquiridos oriundos de países em que a SocialPubli detém atividade comercial, tais como Espanha, EUA, México, Colômbia, Peru e Portugal, este estudo analisa as respostas de influenciadores - de diferentes gerações (Z, Y e X) e de ambos os géneros - a várias questões relacionadas com a sua atividade de criadores de conteúdos digitais e apresenta insjghts objetivos que permitem entender um pouco melhor este universo.

.Para além das conclusões já destacadas, é também possível perceber-se que 24,4% acredita que a melhor forma de avaliar o sucesso de uma campanha é através das visitas e alcance registados; 15,6% aponta a melhoria do sentimento para com a marca; e 13,1% refere o tráfego gerado para o site.

Outro dado interessante, e que permite aferir o volume de trabalho realizado por estes influenciadores, prende-se com o número de colaborações desenvolvidas ao longo do ano: 54,2% dos inquiridos afirma que são menos de 10; 25,1% indica que são entre 10 e 20; e 20,7% fala em mais de 20.

Este estudo também dá a conhecer algumas curiosidades que, de certo modo, indicam a preponderâncias que a criação de conteúdos e gestão das redes sociais assume na vida destes influenciadores, já que 47,4% garante passar mais de cinco horas ligados às suas páginas pessoais e 34,6% prefere fazê-lo no período da noite. Quando questionados sobre a periodicidade com que publicam fotografias ou vídeos, os inquiridos dividem-se: 29,4% publica pelo menos uma vez por dia; 27,7% partilha três vezes por dia; e 19,9% duas a três vezes por dia.

No entanto, e apesar da maioria ambicionar fazer desta a sua ocupação a tempo inteiro, 67,6% considera que o trabalho de influenciador não é devidamente valorizado e reconhecido pela sociedade

Para mais informações sobre o “I Estudo Global de Microinfluenciadores” pode aceder a https://we.tl/t-wqWMhyEdZY.

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